Daniele e Caio

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Acaso ou destino?!

Se o acaso existe? Caio é categórico: “claro que existe”... Daniele acredita que tudo tem um porquê de ser.

Acaso ou não, nossa historia começa com um amigo em comum, o Gustavo Pina, que já sacou desde o início que éramos feitos um para o outro. Em um churrasco de aniversario de um amigo em outubro de 2014, Gustavo fala para Daniele sobre um amigo neurocirurgião “boa pinta”, legal e “bom padrão” da residência dele que combinava muito com ela. Mostra uma foto, um pouco distante, e diz que seu nome é Caio. Quando iria promover esse encontro? “De repente, no meu aniversario eu te apresento” – “Mas Pininha, seu aniversario é em abril! Até lá ele já arrumou uma namorada!”... E assim nosso cupido fajuto (brincadeira, Pininha!) lançou sua flecha no coração da Daniele.

Fato é que o destino (ou seria o acaso?) fez com que em um domingo de plantão em 09 de novembro de 2014 o encontro fosse adiantado pelo bem de todos. Daniele, obstetra, passa visita com seu amigo Renan Cardozo em uma paciente na maternidade em Bangu e observa que ela precisa de uma avaliação neurocirúrgica. Solicita a transferência e leva a paciente de ambulância até um hospital geral em Santa Cruz, Lá, a paciente realiza tomografia de crânio e fica aguardando para ser avaliada pelo neurocirurgião. A enfermeira avisa: “O pessoal da neurocirurgia demora pra atender, hein, doutora...”. O tempo passa e nada. Daniele começa a xingar o neurocirurgião no grupo de whatsapp do plantão “Quem acha que o neurocirurgião tá dormindo? Esse idiota tá achando que eu não tenho nada pra fazer na maternidade e posso passar a tarde toda em Santa Cruz, né?!”. Depois de mais de uma hora de espera, o neurocirurgião aparece, cumprimenta Daniele, examina a paciente de forma muito gentil, explica todas as alterações da tomografia e diz que a paciente vai ter que ficar no hospital dele.

- Preciso assinar alguma coisa dos documentos que você trouxe? – ele pergunta.

- Não... só me fala seu nome que eu escrevo no prontuário eletrônico que a paciente ficou sob seus cuidados no hospital de transferência. – ela responde.

- Caio.

Nesse momento, Daniele tem um estalo (e Caio percebe na expressão facial dela). “Não é possível... não devem existir tantos ‘Caios neurocirurgiões’ pelo mundo...”, pensa ela.  Retorna na ambulância e pergunta imediatamente para o seu amigo Pina por whatsapp se aquele era o Caio que ele havia falado. “Ih, é ele mesmo... ele dá plantão em Santa Cruz aos domingos...”

Daniele chega ao plantão e seus amigos perguntam: “E ai, como foi lá? E o idiota do neurocirurgião?”. E ela responde: “Não posso mais falar mal dele, porque descobri que ele é o amor da minha vida.”. E conta toda a historia para eles.

Já o Caio, após o Pina falar que ele conheceu sua amiga obstetra, não perde tempo e pede para ele o telefone dela.

E o resto vocês já sabem! ;)

E ai, acaso ou destino, hein?!

O que importa é que essa feliz “coincidência” uniu duas pessoas muito parecidas: médicos, fiéis ao rock e à boa música, amantes de viagens, centrados na carreira, que valorizam as amizades, que não negam uma boa comida e que sabem curtir bem uma preguicinha!

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